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4 razões para não deixar faltar capital de giro na sua empresa

Por mais cuidadoso que seja o planejamento feito para a sua empresa, há necessidades e mudanças que não se pode prever. Para efetuar ajustes no plano de ação com segurança e sem prejudicar a saúde financeira da empresa, é essencial contar com capital de giro.

Quer entender, na prática, como o capital de giro pode salvar sua empresa, e além disso, tornar-se uma ferramenta poderosa e estratégica? Acompanhe o post que preparamos!

O que é capital de giro?

É o capital da empresa destinado aos gastos rotativos, emergências e demais necessidades imediatas. Geralmente é uma quantidade em dinheiro, espécie financeira mais hábil a saldar gastos rápidos; mas também pode ser composto por outros bens.

Existem situações imprevistas que podem requerer algum gasto para o qual uma empresa não está preparada, e nem sempre é possível esperar a entrada de receitas ou a realização de empréstimos. Havendo capital de giro, ele deve ser usado para financiar esses gastos. Dessa forma, as operações da empresa podem continuar normalmente.

Por que é tão importante para a empresa?

1. Para estar preparado para imprevistos e emergências

A folha de pagamento está corretamente prevista entre os seus gastos anuais. Mas o que acontece se um funcionário essencial à estrutura da empresa adoecer ou sofrer um acidente? O caixa da empresa está preparado para contratar um substituto durante os seus 15 dias de afastamento?

A empresa dispõe de recursos para arcar com gastos advindos de situações inesperadas, como um incêndio, o perecimento inesperado de mantimentos, a inadimplência de um cliente importante, ou o conserto de um equipamento?

Como você pode ver, são inúmeras as possibilidades de imprevistos e emergências que podem acometer uma empresa. Alguns não podem esperar e, para resolvê-los imediatamente, é preciso contar com uma reserva financeira: o capital de giro.

2. Para evitar endividamento

Para situações imprevistas (como as descritas no item anterior) ou até mesmo para os gastos já programados da empresa e que por algum motivo se vejam prejudicados, o empresário ou administrador pode se ver tentado a contrair empréstimos.

No entanto, adquirir dívidas não é exatamente o melhor comportamento para uma instituição que visa lucros. Para manter as finanças sempre positivas e evitar endividamento, é mais prudente manter uma reserva de capital de giro, com boa liquidez, à qual seja possível recorrer.

3. Para ter melhores condições de negociação

Para compras, contratações e transações comerciais com fornecedores e parceiros, ter disponibilidade para negociar à vista pode garantir melhores preços e condições de fornecimento do produto ou serviço que a empresa precisa.

Recorrer a uma parte do capital de giro para pagamentos à vista pode ser uma boa estratégia. A economia com o custo de cada produto adquirido ou serviço contratado se refletirá na margem de lucro da empresa, e com isso, o montante do capital de giro pode ser novamente reposto, ou até mesmo aumentado, para continuar financiando operações.

4. Para ter tranquilidade para aperfeiçoar seu modelo de negócios

A estratégia da empresa não pode ser imutável: é preciso atualizá-la e adaptá-la às necessidades e ideias que forem surgindo conforme o cenário econômico muda, e também conforme a empresa aprende com seus acertos e erros.

Essas mudanças podem demandar novos custos, e o ideal é estar preparado para isso. Tempo também é dinheiro; logo, o tempo gasto na aquisição de recursos para implementar novas estratégias pode representar prejuízo à empresa. É mais interessante recorrer ao capital de giro e ser rápido para responder às mudanças do mercado, evitando perder clientes.

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Sobre o autor

Josinei Soares

Diretor Executivo na Cont360. É pós-graduado em Controladoria pela FIA/USP, com Bacharel em Administração de Empresas e Marketing pela Universidade Anhembi Morumbi, Contabilista e membro do Conselho Regional de Contabilidade de São Paulo.

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